quinta-feira, 2 de junho de 2011

Biju, a Diva!


As perninhas da Alicia


 Por Biju Veber Castro.


Depois de passar sete dias viajando pela Ásia com o Nino, decidi que era hora de voltar à realidade e continuar com minha carreira de atriz, modelo, apresentadora, bailarina,  revendedora de Avon e escritora (com textos traduzidos para mais de dezessete idiomas!).

Como vocês já devem imaginar, sou fã incondicional de casacos de pele (a  minha pele intacta, de preferência) e também de moda!

Eu gosto muito de moda! 

Gosto de ler revistas, ver fotos, artiguinhos, desfiles, essas coisas...

Estava xeretando no blog da Vogue e me deparei com a matéria "Como comprar em brechós, por Alicia Kuczman". 

Lógico que eu li, né, gatinhas! 

Afinal, gata que é gata não pede uma boa oportunidade de pechinha.

Porém, quando avancei na leitura e fui ver a foto da tal Alicia percebi, pelas perninhas dela, que se tratava de uma modelo. 

Porque, modelo, a gente reconhece pela fineza das pernas!

                             REPRODUÇÃO
Olhem a grossura dos braços inferiores, digo, das coxas da Alicia.

Eu sei que o pré-requisito para ser top é ter perninhas que mais se assemelham a braçinhos de criança, mas,  até eu que sou bicho, vez ou outra, apelo para o bom senso. Quase ninguém tem perninhas tão fininhas assim. Nem eu, Biju, que sou uma modelo quase intergalática!

Como forma de mostrar minha indignação com a magreza extrema, amplamente defendida e divulgada por essas revistas, pensei em realizar alguns atos políticos de contestação...

Pensei em boicotar a Vogue, mas, conclui que seria um boicote solitário (a revista continuaria vendendo horrores).

Pensei em fazer dieta para ficar igual à Alicia, mas, desisti diante do prato de Wiskas Sachê

Pensei em não mais espiar revistas de moda e cheguei à conclusão que não resistiria à tentação. Vou acabar vendo algumas...

Pensei, pensei, pensei.. mas, como também não pensei tanto assim, logo, logo, acabarei esquecendo esse assunto.

E, acredito, que as revistas de moda nunca mudarão seu padrão inatingível de beleza corporal! E eu, mesmo assim, continuarei lendo todas!
É, gatinhas... há tanta cobrança para parecermos ter menos idade do que realmente temos, como se envelhecer fosse algo criminoso e  ter gordurinhas, altamente vergonhoso.

Fora os furinhos de celulite, né? O novo motivo para suicídio!

Melhor esquecer a moda por uns tempos e, como eu disse no início deste post, voltar à realidade!

Porque como já ouvi dizer: "revistas de moda e beleza só servem para dizer que você é feia". 

Eu completo: "feia e pobre".

Bem, meninas, quando não mais compararmos nossas pernocas com as franzinas da Alicia, seremos, certamente, muito mais felizes!

Vai um fondue de Wiskas, aí?

Beijos da Biju.



 

 


Biju, ao desembarcar esta manhã, no aeroporto de Guarulhos, tentando se esconder dos paparazzi de plantão.


quarta-feira, 1 de junho de 2011

Dicionário de símbolos

Abismo


                                                            REPRODUÇÃO
Caos, trevas, união mística, dualismo entre trevas e luz, inconsciente.
Tanto em grego como em latim, designa o que é sem fundo, o mundo das profundezas ou das alturas indefinidas.

Nos textos apócrifos (aqueles não reconhecidos como divinamente inspirados ou sagrados pela religião que se professa), o abismo simboliza os estados informes da existência.

Simboliza o caos tenebroso das origens das trevas infernais dos dias derradeiros.

No plano psicológico, pode corresponder à indeterminação da infância, à indiferenciação da morte e à decomposição da pessoa. Entretanto, pode indicar, também, a integração suprema na união mística.

Há um abismo nas alturas, bem como, o há nas profundezas; um abismo de ventura e luz como de infelicidade e trevas. Todavia, o sentido de elevação apareceu posteriormente ao de descida.

Entre os sumérios, Enki  flutua sobre o abismo. 


Enki, deus das águas doces e Senhor do Mundo.
  
Para os acádios, Tiamat é quem coloca monstros à entrada do abismo. 

Tiamat, deusa das mitologias babilônica e sumérica, representada por uma serpente marinha ou um dragão.

Biblicamente, o abismo é concebido como um monstro, o Leviatã, como está escrito no capítulo 41, do livro de Jó.

Monstro marinho constante nas mitologias antigas, como a judaica e a fenícia, por exemplo.
O abismo está presente em todas as cosmogonias (do grego "cosmo" - universo - e "gonia - nascimento, é o termo que abrange as diversas lendas e teorias sobre as origens do universo de acordo com as religiões, mitologias e ciências), na forma da gênese e do fim da evolução universal. Este último, como os seres mitológicos, engole os seres para depois vomitá-los, transformados.

As profundezas do abismo evocam o país dos mortos e o culto à Grande Mãe Ctoniana (do grego "khton" - terra. Refere-se às divindades do inferno ou do subterrâneo - dos abismos: Pérsefone, Hécate, Hades, Deméter, por exemplo).

Jung se apóia nesse antigo fundo cultural ao estabelecer uma conexão entre o símbolo do abismo e o arquétipo maternal (imagem) da mãe amante e terrível.

Nos sonhos, o abismo evocará o imenso e poderoso inconsciente; aparecerá como um convite às profundezas da alma, para livrá-la de seus fantasmas ou deixar que eles se soltem.

Fontes: 

CHEVALIER, Jean & GHEERBRANT, Alain. Dicionário de símbolos. Rio de Janeiro: José Olympio, 2009. p. 5.
http://pt.wikipedia.org/

terça-feira, 31 de maio de 2011

Galúcio, o filósofo






"O homem sonha monumentos e só ruínas semeia para pousada dos ventos".
Paulo Eiró

Paula no R.H.


A atuação do psicólogo na organização empresarial


Por Paula Veber
 
                                           REPRODUÇÃO

Olá, queridos leitores!

Você sabe como atua o psicólogo em uma organização empresarial? 

A Psicologia Organizacional estuda os fenômenos psicológicos presentes nas organizações e o psicólogo inserido nesses contextos está ligado à gestão dos Recursos Humanos na empresa. 
 
Em uma organização, o psicólogo pode atuar em diversas áreas, como por exemplo, recrutamento e seleção, treinamento e desenvolvimento, clima organizacional, desenvolvimento de competências, entre outras. 

Trata-se de um campo amplo e que a cada dia ganha mais espaço no mercado de trabalho.

Antes, os psicólogos eram requeridos pelas organizações devido  aos  conhecimentos  psicotécnicos que possuíam, os quais, eram normalmente utilizados em processos de seleção.

Atualmente, essa ferramenta ainda é bastante utilizada, mas, se trata apenas  de uma entre os inúmeros recursos que podem utilizar. 

Tá... mas qual é a importância do psicólogo em uma organização? 

Durante sua formação, os futuros psicólogos devem aprender como desenvolver  olhar técnico e cuidadoso em relação ao  “objeto de estudo”, ou seja, o ser humano em toda sua essência.

É importante esclarecer que, mesmo em uma organização, o foco do psicólogo  continua o mesmo, ou seja, a atuação do profissional será voltada para as pessoas que trabalham na empresa.

O psicólogo precisa “olhar” para todas as situações de maneira a definir  formas de  auxiliar, melhorar, proporcionar bem estar e  contribuir positivamente com a organização, procedimentos e colaboradores.

Abraços corporativos.




Paula Veber é psicóloga e Consultora de Recursos Humanos.

Tem dúvidas sobre algum assunto relacionado a R.H.?  

Escreva para ela: psicoisinhas@gmail.com

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Amanda comenta


Barça! Barça! Barça!


Por Amanda Borba


    REPRODUÇÃO


Olá, caríssimos leitores!

Neste último sábado aconteceu a final da competição de clubes mais importante do mundo: a UEFA Champions League.

O Barcelona venceu o Manchester United da Inglaterra, por 3 a 1, e confesso que escrevo este texto com o coração cheio de felicidade.

Além de são paulina, torço pelo Liverpool na Inglaterra, pelo Napoli na Itália, pelo Boca Juniors na Argentina, pelo Peñarol no Uruguai e pela Seleção Argentina. E como todos podem perceber na Espanha eu sou Barcelona.

Nos últimos anos, o Barça é o único time que me faz vibrar e torcer com satisfação. Eu tenho prazer em ver essa equipe jogar. Aliás, quem gosta de futebol, DE VERDADE, com certeza se encanta com esse time e com o seu espetacular toque de bola.

Antes de começar a falar um pouco do jogo, quero dizer que nada no futebol se compara a uma final de Champions League. Nem mesmo final de Copa do Mundo (geralmente as finais costumam ser chatíssimas). Sem dúvida alguma é um dos maiores espetáculos da Terra!


Este é o hino da Liga dos Campeões da UEFA. A canção chama-se simplesmente "Champions League" e é uma adaptação feita pelo compositor inglês Tony Britten da música "Zadok the Priest" de George Frideric Handel. Em 1992, a UEFA contratou Britten para criar um hino para a Liga dos Campeões. O hino é cantado em três idiomas: alemão, francês e inglês.

Falando um pouco da final, nos primeiros 10 minutos de jogo, o Manchester conseguiu pressionar o Barcelona. Mas depois, os “diabos vermelhos” viraram “anjinhos”. O Barça passou a ser o dono do jogo e abriu o placar com o gol de Pedro Rodríguez.

Entretanto, por um pequeno instante, o Manchester ameaçou a supremacia blaugrana. Rooney, com um gol irregular, empata a partida. Mas ficou só nisso. No segundo tempo, o Barcelona massacrou e Messi “mitou” como sempre. Fez o segundo gol, chutando de fora da área, e começou a jogada do terceiro gol de David Villa.

Barça campeão da Champions League pela quarta vez!


Este vídeo mostra imagens e gols dos quatro títulos da UEFA Champions League conquistados pelo Barcelona.

Porém, o momento mais bonito da festa blaugrana foi o fato do capitão Puyol ter deixado o companheiro de time, Abidal, recém-operado de um tumor no fígado, erguer a taça. Foi de emocionar. Lindo demais!

Ao longo dos 111 anos, o distintivo do Barcelona sofreu diversas alterações. Este é o escudo atual: a cruz vermelha representa a Cruz de São Jorge (padroeiro da Catalunha); a bandeira amarela e vermelha representa a Catalunha; e o espaço azul e grená representa as cores do uniforme do clube.

O Futbol Club Barcelona foi fundado em 29 de novembro de 1899, pelo suíço Hans Gamper, que colocou um anúncio no jornal revelando o seu desejo de criar um clube de futebol na cidade.

Em seus 111 anos de história, o Barça é o representante de milhões de pessoas de todo o planeta e um símbolo de identidade tanto esportivo, como também social, politico e cultural.

Como já dito anteriormente neste blog, o Barcelona tornou-se um ícone da cultura catalã a partir da ditadura franquista, quando foi proibida qualquer manifestação cultural que não fosse castelhana, tanto que um dos poucos lugares em que se podia falar catalão era o estádio do Barça. O lema més que un club, adotado em 1968, simboliza esta ideia. Também estão presentes na faixa de capitão do time as cores da bandeira da Catalunha.

Esses acontecimentos históricos são importantíssimos e devem ser levados em consideração. Não tenho muito que dizer a respeito disso. Eu não gosto de monarquia, acho que todas as culturas devem ser respeitadas, mas detesto quando ideias nacionalistas e separatistas começam a aparecer. É uma pena que atualmente a Catalunha esteja sendo governada pela ala direitista, conservadora, nacionalista e xenófoba. O Barcelona, mesmo sendo catalão, continua sendo um clube espanhol. Aqui no Brasil, não achamos ridículo quando vemos brasileiros cantarem o hino do seu estado no lugar do hino nacional e ainda por cima exigirem a separação da região? Ou quando paulistas, cariocas, gaúchos, ou quem quer que seja, ofendem pessoas de outros estados? Não é horrível isso? Pois, então, infelizmente esta é a situação atual da Catalunha.

Bom, apesar de tudo isso, o Barça é um time que representa muito mais que a Catalunha e é visto por muitas pessoas, até mesmo por causa de fatos históricos, como um clube defensor dos direitos e das liberdades.

Enfim, um clube que já teve Cruijff, Maradona, Laudrup, Romário, Ronaldo, Rivaldo, Luís Figo, Ronaldinho Gaúcho e agora o genial Lionel Messi, merece todo o respeito e admiração. E o melhor de tudo é o fato de proporcionar a todos os amantes do futebol o prazer de ver um dos maiores times da história do esporte bretão e o melhor time, até então, do século XXI.

E deixo aqui a frase do mosaico apresentado pela torcida barcelonista nesta final: We Love Football.

Pois é, eu também amo o fantástico futebol desse time e, em especial, o futebol de Lionel Messi.

Visca el Barça!!!


Hino do FC Barcelona cantado em catalão.






quinta-feira, 26 de maio de 2011

PSICOmusiconas: as canções mais "Freud explica" do mundo!

Por Andréa Araújo


REPRODUÇÃO
Existem músicas que chegam ao lugar mais profundo da alma humana; um lugar tão escondido (ou quase perdido), que somente poucas coisas nesta vida são capazes de atingir.

Acredito que todos conheçam "Chão de Giz", de Zé Ramalho.

É o tipo de música popular que deve ser catalogada como obra de arte. 

Algo tão sutil e que, ao mesmo tempo, tem a profundidade de um abismo!

E quem, entre nós, conseguirá explicar claramente todas as estrofes? 

Às vezes, ao ouví-la, parece que estamos em um emaranhado de palavras desconexas que formam frases insanas, uma coisa quase sem pé nem cabeça e, por isso, ficamos com a sensação de  escutarmos o resultado criativo de um processo psicótico.


Mas, nossa, que loucurinha boa!

Por mais que eu tente compreender toda a letra, percebo, cada vez mais, que fragmentos dela não foram escritos para serem apreendidos como uma obra literária concreta, mas, devem ser decifradas por aquele lugar secreto de nossas almas. 

E, isso nos trará as respostas que não compreenderíamos nem se algum  especialista linguístico  tentasse nos explicar, exaustivamente, todos os seus significados. 

Mas, ao sentirmos a composição maluca do Zé, em nossas almas, compreendemos.


Pois, é, gente: "Meus vinte anos de boy, that's over, baby! Freud explica"? 

Pelo que sei, com raríssimas exceções, todos adoram essa música!

Mesmo sem entender muito bem do que ela trata. 

Eu, pelo menos, não entendo muito, mas, adoro!

Aproveite!


Via Letras Terra

Chão de Giz

Composição : Zé Ramalho
 
Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre
Um Chão de Giz
Há meros devaneios tolos
A me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas
Amiúde!
Eu vou te jogar
Num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar
Num pano de guardar confetes...

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe
Um grão-vizir
Há tantas violetas velhas
Sem um colibri
Queria usar quem sabe
Uma camisa de força
Ou de vênus
Mas não vou gozar de nós
Apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar
Gastando assim o meu batom...

Agora pego
Um caminhão na lona
Vou a nocaute outra vez
Prá sempre fui acorrentado
No seu calcanhar
Meus vinte anos de "boy"
That's over, baby!
Freud explica...

Não vou me sujar
Fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar
Gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes
Já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo
É assunto popular...

No mais estou indo embora!
No mais estou indo embora!
No mais estou indo embora!
No mais!...

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Biju, a Diva!



Após ser mencionado no último post polêmico de nossa Diva, Nino, exigiu, na justiça, direito de resposta


Por Nino


Nino, é namorado(?) de Biju.

Prezados leitores,

Não sou descendente de Leonel Brizola, mas, após ver meu nome achincalhado por Biju Veber Castro na última semana, senti-me no direito de recorrer aos meios legais para, enfim, pronunciar-me.

Começo miando, ou melhor, dizendo que não sou um super herói, um semi-deus ou um anjo. Sou apenas um gato comum.

E, como gato, confesso que fico extremamente incomodado quando ouço a maioria das gatinhas miarem que, nós, gatos do sexo masculino, somos todos cafajestes.

Gostaria que vocês, queridas felinas, duvidassem do mito de que, todos os gatinhos, fazem parte  dessa cafajestada.

Sabem o que percebo?

Que vocês, gatinhas, desde o nascimento, já são empurradas para o abismo de ideais românticos (e equivocados) de que o amor pra ser bom, bonito, real ou verdadeiro, tem que ser sofrido! 


E que, as meigas garotinhas, sempre serão vítimas, não apenas desse sofrimento, mas, do masculino que trai, mente, engana, ignora, não liga no dia seguinte e não ama. 


Mas, o  amor não precisa ser assim, não!

Vocês, gatas, são treinadas para se comportarem como vítimas do amor e os gatinhos  para acreditarem que sempre serão os donos da situação.

Gatinhas, gatinhas... 


Já passou a hora desse mito soar como ultrapassado. 


Pois, mais terrível que ser vítima desse masculino estereotipado, é ser vítima do modelo de feminino que, talvez vocês não possuam muita consciência a respeito ou nem tenham ajudado a construir, mas, fazem questão de sustentar! 

Não digo isso para que vocês deixem de ser as "donzelas em perigo" (pois nós, gatinhos, ainda amamos salvá-las e protegê-las), mas, para que não mais permitam que o modelo de feminino construído historicamente determine a verdade absoluta sobre quem os machos são, ou pior, sobre o papel que as próprias fêmeas devem  desempenhar em um relacionamento.

Porque se vocês foram treinadas para esperar sempre o pior do masculino, será sempre esse tipo de masculino (maldito) que as atrairá. 

Mesmo que apareça um gatão decente, lindo e cheio das boas intenções, vocês sempre acreditarão que gato que é gato, de verdade, tem que ser, em essência, um grande cachorro.

Pensem um pouco sobre isso antes de afirmarem, por exemplo, que nós, gatinhos, somos todos cafajestes!

Não, não estou dizendo que a culpa pelos insucesso dos relacionamentos seja das gatinhas. Não é isso.

Quero dizer que, se vocês, meninas, passarem a conhecer melhor a si mesmas e compreenderem que as dinâmicas românticas se dão a partir de comportamentos contruídos e aprendidos,  perceberão o que, de verdade, esperam de um macho, encontrarão melhores oportunidades amoroso-felinas e poderão diferenciar entre uma bela romã iraniana e uma laranja podre da feira da esquina.

E, nós, gatões detentores do modelo masculino saudável (sim, nós existimos) seremos detectados com maior facilidade por vocês.

Palavras do gato!


Biju é toda emoção!



Hey, Biju, passo mais tarde para pegar você, ok? 
Você estava linda ontem, com aquela tonalidade  acinzentada da lua sobre os seus pelos...

Nino.



Dicionário de símbolos

Abetarda



Símbolo africano para a família poligâmica, união das almas, fecundidade, descida das almas à matéria, aventura da alma humana.


Grande ave pernalta que se encontra acompanhada de duas ou três fêmeas.
Simboliza, na África, a família poligâmica.
Nunca afastada da terra, não se elevando nos ares, ela significa a criança que não sai do colo da mãe e a pessoa que não se torna adulta.
Ave que escapa e zomba do caçador.
Noturnamente, simboliza, o mundo temporal (as cristas de plumas finas do macho são enfeites efêmeros).
Diurnamente, evoca a captura do impossível, pela qual os homens brigam entre si, ferindo-se e acabando por matar uns aos outros.
É representada na África, pela impressão de uma pata de pássaro simples (figura 1) ou dupla (figura 2).

Figura 1
Figura 2

No casamento, é o símbolo da união das almas e da fecundidade, da descida das almas à matéria.
Sua marca espalhada ao redor do leito de um defunto simboliza a alma que, enfim liberada, levantou seu vôo.
As duas patas unidas sublinham seu papel de intermediário entre a terra e o céu. Representam também, a árvore desabrochada, no mundo de cima, através das folhas, e no mundo de baixo, através das raízes.
Simboliza a aventura da alma humana.


Referência: Dicionário de símbolos. CHEVALIER, Jean & GHEERBRANT, Alain. Rio de Janeiro:  José Oympio, 2009. p. 4-5.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Galúcio, o filósofo!





Vive aquele que sabe que um dia vai morrer; morre aquele que não sabe como viver.
José Galúcio Camelo Madeira

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Amanda comenta

Os Beatles, os Reds e o Futebol


Por Amanda Borba


Olá queridos leitores!

Como Paul McCartney está no Rio de Janeiro fazendo shows, resolvi falar um pouco sobre a maior banda de rock de todos os tempos e sobre o maior clube inglês de todos os tempos: The Beatles e Liverpool FC!

No final do século XIX, em 15 de março de 1892, nasceu o Liverpool Football Club. A fundação do clube aconteceu após uma discussão entre John Houlding (antigo dono do Anfield Road, estádio do Liverpool) e o Everton FC, que decidiu se mudar para o estádio Goodison Park e não jogar mais no campo do Anfield Road. Com isso, Houlding resolveu criar seu próprio clube para disputar as partidas em seu estádio. O nome original do time seria Everton, o mesmo do rival, mas a Football Association recusou-se a aceitar, pois não poderiam existir dois clubes com o mesmo nome. Diante disso, o nome escolhido foi o da cidade.

Bom, o Liverpool faz com o Everton o clássico denominado “Merseyside Derby”. O nome do clássico provém do fato da cidade de Liverpool ser banhada pelo rio Mersey, e o condado de Merseyside (onde se localiza a cidade) é a região em torno deste rio. Geralmente, a imagem do Everton é vinculada aos protestantes e o Liverpool aos católicos. Porém não existe um sectarismo religioso entre os torcedores destes clubes.

“All You Need Is Love" é o nome de uma das canções mais famosas da banda e da história da música. Foi lançada em 1967. Uma obra-prima!

Primeiramente, quero deixar claro que não morro de amores pelo futebol da “Terra da Rainha”, mas o Liverpool é o clube inglês que eu mais me simpatizo. Por causa da minha idade, digo que minha admiração por este clube começou a bem pouco tempo, mais precisamente no dia da final da Champions League contra o Milan da Itália, em 2005. Essa partida histórica está completando seis anos nesta semana.

A decisão, em jogo único, aconteceu no dia 25 de maio de 2005, em Istambul, na Turquia, e foi um jogo sensacional. Com um gol de Maldini e dois de Crespo, o Milan abriu 3 a 0 no primeiro tempo. Tudo indicava mais um título para a equipe italiana. Mas, aí, aconteceu o inesperado. Os “Reds”, nos primeiros 15 minutos do segundo tempo, empataram a partida com gols de Gerrard, Smicer e Xabi Alonso. O jogo passou pela prorrogação e nos pênaltis o time da cidade dos Beatles venceu o seu quinto título da maior competição europeia, sendo o maior vencedor entre os ingleses.


O escudo do Liverpool é cercado de simbologia: o mítico pássaro Liver, símbolo da cidade de Liverpool; as duas chamas gêmeas representando o “Desastre de Hillsborough”; e o dizer “You’ll Never Walk Alone”, que também está escrito na entrada de seu estádio. Este é o nome da canção adotada por seus torcedores.


Mas nem sempre a história do Liverpool foi um “mar de rosas”. Infelizmente, a tragédia também faz parte da história deste grande clube. Em 29 de maio de 1985, em Bruxelas, na Bélgica, aconteceu a final entre Liverpool e Juventus da Itália pela Copa dos Campeões da Europa. No entanto, sucedeu uma das maiores tragédias do futebol europeu: 39 pessoas (a maioria italiana) foram mortas devido a acidentes causados por hooligans ingleses no estádio de Heysel. Tal fato ficou conhecido como a “Tragédia de Heysel”. Por causa disso, os times ingleses ficaram cinco anos sem participar de competições europeias.

Quase quatro anos depois, em 15 de abril de 1989, no estádio Hillsborough, em Sheffield, quando Liverpool e Nottingham Forest jogavam, 96 pessoas morreram no que ficou conhecido como o “Desastre de Hillsborough”. Todos eram torcedores do Liverpool.

Até aqui muitos devem estar se perguntando: “Tá, mas o que os Beatles têm a ver com o futebol?”.


Em 1964, a torcida do Liverpool canta nas arquibancadas de Anfield Road um dos maiores símbolos da beatlemania, a canção ”She Loves You”. Lindo!


Para começo de conversa queridos leitores, por ser fã dos Beatles e saber que eles eram da cidade de Liverpool, eu acabei fazendo uma associação louca com isso e passei a torcer pelo Liverpool na Inglaterra. Mas como eu disse era apenas uma associação LOUCA e sem lógica alguma.

Fazendo pesquisas pela internet, vi que vários blogs e sites sugerem discussões e teses sobre as preferências futebolísticas dos “Fab Four”.

Antes de qualquer coisa, circula a história de que os Beatles foram aconselhados pelo empresário da banda, Brian Epstein, a não fazerem comentários sobre os clubes de futebol que eles apoiavam, pois poderiam “alienar” alguns fãs.

Contudo, há deixas históricas de que John Lennon (meu beatle favorito) era torcedor do Liverpool. A capa do disco “Walls and Bridges”, disco da carreira solo de Lennon, é o desenho de uma partida de futebol de 1952, quando o notável beatle tinha apenas 11 anos de idade. Segundo especialistas, John retratou a final entre Arsenal e Newcastle, na FA Cup de 1952. O mais legal é que isso mostra que John curtia futebol, pelo menos, quando guri.
Na internet circula uma foto de Lennon com uma camisa que lembra o uniforme listrado do São Paulo Futebol Clube. Pena que não é verdade. Seria uma honra! Mas é muito provável que Lennon nem tivesse conhecimento sobre os clubes brasileiros.

O mais “chegado” ao futebol era Paul McCartney. Sempre deixou claro a sua predileção pelo lado azul da cidade, o Everton FC, influência de seu pai. Mas graças a sua diplomacia característica, Paul se rendeu aos encantos do Liverpool nos anos 1970. Inclusive existe um relato de que Paul McCartney estava em um barco no Caribe tentando escutar a decisão entre Liverpool e Manchester United pela final da FA Cup de 1977.

O baterista Ringo Star é torcedor do Arsenal, mas seus filhos torcem pelo Liverpool.

George Harrison sempre foi um amante da Fórmula 1 e nunca deu muita bola para o futebol.  Ele deixa claro nesta declaração: “Existem três times em Liverpool e eu prefiro o outro”.


Esta canção é de 1945. A versão da banda de rock “Gerry & the Pacemakers” dos anos 1960 foi a que se tornou hino do Liverpool. Existem vários covers para esta música, inclusive uma do meu amado Elvis Presley, em 1968.

Mesmo não havendo fatos que comprovem as preferências dos músicos no futebol, alguns acontecimentos são interessantes. Segundo algumas “lendas urbanas”, a banda teria gravado uma versão do hino do Everton FC. Porém o que se sabe realmente é que entre os personagens que fazem parte da capa do clássico disco “Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band” está Albert Stubbins, meio-campo do Liverpool entre as décadas de 40 e 50.

Bom, o fato é que nunca teremos certeza sobre essas informações. Por isso se algum beatlemaníaco souber de mais alguma história sobre este tema, por favor, entre em contato com este blog. Falar sobre os Beatles nunca é demais.



Nossa menina-google, Amanda Borba, é psicóloga e adora futebol.

Mas, cá, entre nós... 

Dizer que o John Lennon estava vestido com a camisa do São Paulo é demais, né, Amanda?

Ah, ela deixou outro vídeo. Mas, infelizmente não conseguimos postar porque o youtube desabilitou a incorporação. Mas, se você clicar no link abaixo, você conseguirá vê-lo.


Aqui a torcida do Liverpool canta a música usada como hino do clube, “You’ll never walk alone”.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

No cinema com a Rê: o olhar em cenas

A Partida (Departures)


Direção: Yojiro Takita




Por Renata Pereira

REPRODUÇÃO



Sinopse: "A Partida" conta a história de um violoncelista que volta à cidade natal no Japão com sua esposa depois que a orquestra onde toca é dissolvida. Lá, começa a trabalhar como agente funerário e depois de muitas coisas, passa a sentir-se orgulhoso de sua nova profissão, apesar das críticas dos que o rodeiam.

- Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2009.









  

Escolhi um filme que não é estreia e nem tampouco se encontra em cartaz.

O escolhi por ter sido um dos filmes mais significativos em minha vida e gostaria de poder compartilhar com o maior número de pessoas essa experiência fazendo a indicação do mesmo.

Um filme que fala sobre respeito, sensibilidade, amor, e ainda sobre as diversas mortes que vivemos.

Porém, aqui a morte é abordada com tal respeito e sensibilidade que nos move para além de onde estamos e ainda promove em nós uma reflexão profunda sobre as diversas passagens que vivemos em nossas vidas e não apenas a morte carnal.

O filme desenha sutilmente o rito de passagem da vida para a morte e faz o inverso também, nos trazendo da morte que podemos vivenciar em nós, para a vida que nos chama e quer se mostrar, e nos envolve com sua delicadeza e profundidade. Um filme que fala ainda do encontro de nós mesmos no sentido de se permitir olhar as nossas questões, de nos permitirmos viver algo novo e ressignificar o velho.

Fala sobre o respeito individual e pelo próximo.

O grande lance disso tudo, é justamente o fato de que o cuidado todo com a pessoa que morreu, na verdade, é para com quem ficou. 
Para que as pessoas envolvidas no ritual de morte possam ressignificar e seguir suas vidas mesmo depois da perda de alguém querido. O trabalho de elaboração é para os que ficam e não para os que morrem. 
As Partidas são importantes para nós, para o nosso trilhar, para que possamos elaborar aqui enquanto ainda pudermos seguir. 
Veja apenas se estiver aberto para vivenciar uma experiência profundamente poética e definitivamente singular e de encontro com seu eu mais íntimo.






Renata Pereira é psicóloga e ama cinema!

Assiste de tudo, de obras "cult" até os lançamentos mais recentes da "indústria" cinematográfica.

De vez em quando, ela passará por aqui para deixar uma dica sobre algum filme interessante. Ou não.

Curte?

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Biju, a Diva!

Os gatos são uns cafajestes!


Por Biju Veber Castro.


Tive uma ligeira dicussão com o Nino na última quinta-feira e, desde então, o bendito felino desapareceu. 

Tenho ligado e insistido contantemente em conversar sobre nosso relacionamento (nada oficial) e esse gato, infeliz, se enfiou em algum lugar impossível de  encontrar.

Odeio me sentir assim... tão indefesa e gatinha (mulherzinha, na linguagem humana)... esperando o Nino me ligar ou aparecer do nada para eu conseguir funcionar direito. Às vezes quero que ele mie em meu ouvido que tudo vai mudar.

Mas, nada muda! 

Ao mesmo tempo que o Nino é carinhoso, pode se transformar em alguém insensível e muito cruel. Coisas do masculino. Ou, pelo menos, coisas do masculino do Nino. 

Ouvi dizer que a região cerebral que controla os sentimentos masculinos é distante da região cerebral que coordena a fala. Por isso, os homens não ficam toda hora tagarelando o que sentem ou pensam (se é que pensam ou sentem alguma coisa), pois, o caminho entre o sentimento e a verbalização é longo. 

Enquanto, nós, meninas, temos essas duas regiões bem próximas, uma ao ladinho da outra. Aí, sentimos qualquer coisinha e  já saímos por aí, conversando até com os passarinhos.

No meu caso, particularmente, eu adoro conversar com passarinhos nos horários alimentares!

Mas, sim, os gatos são uns cafajestes!

Preciso de um novo amor, menin@s... 

Ah, e de uma hidratação à base de Kérastase nesse meu pelo seco! Direto ao Groupon!

Beijos da Biju.






Biju Veber Castro é a Diva deste blog e sempre que  arruma um tempinho em sua agenda, comenta alguma coisa sobre o universo dos relacionamentos felinos.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Dicionário de símbolos

Abelha pedreira (vespão, abegão, casaca amarela, vespa crabo)



Senhora do fogo, sublimação, transfiguração e mutação do profano em sagrado.

Narcotiza as aranhas sobre as quais cria suas larvas.
Vive próxima ao homem, construindo sua habitação com barro amassado nas chaminés e nos muros das casas.
Possui papel relevante no bestiário simbólico e mitológico africano.
Na Rodésia do Norte (atual Zambia), é considerada como chefe de todas as aves e répteis terrestres.
Senhora do fogo, o obteve de Deus, na origem dos tempos, para trasmiti-lo aos homens.
Para os bambaras do Mali (povo que vive ao oeste da África), ela encarna o poder de sublimação, de transfiguração e de mutação do profano em sagrado.


Referência: Dicionário de símbolos. CHEVALIER, Jean & GHEERBRANT, Alain. 2009. José Olympio: 2009, p. 4

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Amanda comenta

E no “Clássico Alvinegro” deu Santos


Todos que acompanham este blog já sabem que eu acho os campeonatos estaduais chatíssimos, mas hoje resolvi falar um pouco do clássico e da final entre Corinthians e Santos, em homenagem aos meus amigos corintianos e santistas.

Este é o clássico mais antigo dentre os quatro grandes times do estado de São Paulo e é recheado de tabus e de goleadas históricas. O nome do clássico tem origem nas cores dos uniformes dos dois clubes. 
 
Particularmente, apesar de não ser corintiana e de não ter simpatia nenhuma pelo clube, acho a história do Corinthians muito bonita. O Sport Club Corinthians Paulista foi fundado em 1910 por um grupo formado por pintores, sapateiros, motoristas, alfaiates, macarroneiros e trabalhadores braçais. Sua origem está ligada aos imigrantes e trabalhadores pobres. O mais interessante é que o clube com origens humildes, e que se tornaria o clube mais popular de São Paulo, foi batizado com um pomposo nome em inglês.

O Santos, outro time que também não tenho nenhuma simpatia, foi fundado em 1912, tendo sua origem nos dois principais times da cidade praiana no início do século XX: o Sport Clube Americano e o Clube Atlético Internacional. Sua origem também tem relação com a elite do café, sendo que um dos primeiros sócios e diretores esportivos do clube foi Luiz Suplicy, tio do senador Eduardo Suplicy. Assim nasceu o Santos Futebol Clube e um dos símbolos máximos da cidade praiana com o mesmo nome.

Em toda a história deste clássico, Santos e Corinthians disputaram poucas finais, sendo quatro títulos para o Peixe e três títulos para o Timão. A maior goleada aconteceu em 1920, no sensacional placar de 11 a 0 para o Corinthians. A maior goleada santista ocorreu em 1927, 8 a 2 para o Santos.

Apesar do Santos ser considerado um time “simpático” por muitos torcedores do “Trio de Ferro” da capital paulista, muitos corintianos detestam o alvinegro praiano devido a “Era Pelé”, quando o Coringão ficou 11 anos sem vencer o Peixe em competições de grande importância. 

Mas, caros leitores, prestem atenção, eu disse de GRANDE importância, pois durante esse período o Corinthians venceu sim o Santos, sendo três vezes no extinto Torneio Rio-São Paulo e uma vez no amistoso da Taça São Paulo. O maior tabu a favor dos corintianos durou sete anos. Neste período, o Santos não venceu o Corinthians em nenhuma competição, seja ela de grande ou de menor importância.

Mas apesar da “Era Pelé” nos anos 60, a maior hegemonia de um time no futebol brasileiro, o alvinegro da Vila Belmiro é freguês histórico do alvinegro do Parque São Jorge. São 122 vitórias para os corintianos contra 95 vitórias para os santistas.
 

REPRODUÇÃO

 
Neste domingo aconteceu a final do Campeonato Paulista de 2011, entre os dois clubes. O Santos sagrou-se bicampeão paulista. Bom, deu a lógica, já que o Santos era o favorito por ter um time melhor que o do Corinthians. 
 
Sobre esta final digo que achei o primeiro jogo fraquíssimo. Não aconteceu absolutamente nada. Com exceção das bolas na trave, não teve nada de relevante no jogo. Terminou num 0 a 0 mixuruca. Muitos amigos corintianos acharam que isso era “dor de cotovelo de são paulino”. Mas a verdade era que esse jogo tinha sido o mais sem graça dentre todos os outros jogos das finais estaduais que estavam acontecendo. 
 
No segundo jogo, a história foi diferente. O Santos entrou em campo e o Corinthians não. No primeiro tempo, o time da Vila Belmiro poderia ter feito 3 a 0 fácil. Mas ficou apenas no gol de Arouca. No segundo tempo, o Santos recuou e o Corinthians tentou atacar sem sucesso. Os jogadores do Timão pareciam que tinham almoçado uma feijoada antes de jogar. Estava um time lento, errava muitos passes, enfim, pífio. Enquanto isso, o Santos não aproveitava os contra-ataques que teve e mostrou-se muito covarde na segunda etapa. Mas além da ruindade do Corinthians, o Peixe contou com a sorte: 2 a 0 graças ao frango de Júlio César. O Corinthians ainda fez um golzinho de honra, mas não serviu pra nada. 

Santos campeão.
 
Bom depois do título do Santos, agora a gente vai ter que aguentar a pachecada que não conhece quase nada do futebol de outros países falarem que o Neymar só não é melhor que o Messi e que logo será o melhor do mundo (já vi essa história com o Robinho e até hoje estou esperando ele ser o melhor do mundo). 

Ah! Sem contar que vão dizer que o Muricy é o melhor técnico do Brasil. 

Haja paciência!

Em homenagem aos santistas, deixo o vídeo do “Hino Leão do Mar”.

Compositores: Mangeri Neto e Mangeri Sobrinho.

O hino foi feito em comemoração ao título paulista de 1955, quebrando um jejum de 20 anos sem conquistas do Santos.